quinta-feira, 19 de julho de 2012
Primeiro de 2012
domingo, 5 de junho de 2011
Entrepost
quinta-feira, 2 de junho de 2011
That´s life
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Cara é foda...
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Be safe
One of those fucking awful black days when nothing is pleasing and everything that happens is an excuse for anger. An outlet for emotions stockpiled, an arsenal, an armour. These are the days when I hate the world, hate the rich, hate the happy, hate the complacent, the TV watchers, beer drinkers, the satisfied ones. Because I know I can be all of those little hateful things and then I hate myself for realising that. There's no preventative, directive or safe approach for living. We each know our own fate. We know from our youth how to be treated, how we'll be received, how we shall end. These things don't change. You can change your clothes, change your hairstyle, your friends, cities, continents but sooner or later your own self will always catch up. Always it waits in the wings. Ideas swirl but don't stick. They appear but then run off like rain on the windshield. One of those rainy day car rides my head implodes, the atmosphere in this car a mirror of my skull. Wet, damp, windows dripping and misted with cold. Walls of grey. Nothing good on the radio. Not a thought in my head.
I know a place we can go where you'll fall in love so hard that you'll wish you were dead(2x)
Lets take life and slow it down incredibly slow, frame by frame with two minutes that take ten years to live out. Yeah, lets do that.
Telephone poles like praying mantras against the sky, metal arms outstretched. So much land travelled so little sense made of it. It doesn't mean a thing all this land laid out behind us. I'd like to take off into these woods and get good and lost for a while. I'm disgusted with petty concerns; parking tickets, breakfast specials. Does someone just have to carry this weight? Abstract typography, methane inconvenience, linear gospel, Nashville sales lady, and torturous lice, mad Elizabeth. Chemotherapy bullshit.
I know a place we can go where you'll fall in love so hard that you'll wish you were dead(4x)
The light within you shines like a diamond mine, like an unarmed walrus, like a dead man face down on the highway. Like a snake eating its own tail, steam turbine, frog farm, two full closets burst open in disarray, soap bubbles in the sun, hospital death bed, red convertible, shopping list, blowjob, deaths head, devils dancing, bleached white buildings, memories, movements, the movie unfeeling, unreeling, about to begin.
I've seen your hallway, you're a darn call away, I've hear your stairs creak. I can fix my mind on your yes, and on your no. I'll film you face today in the sparkling canals, all red, yellow, blue, green brilliance and silver Dutch reflection. Racing thoughts, racing thoughts. All too real, you're moving so fast now I cant hold your image. This image I have of your face by the window, me standing beside you arm on your shoulder. A catalogue of images, flashing glimpses then gone again.
Every clear afternoon now I'll picture you up in the air twisting your heel, your knees up around me, my face in your hair. You scream so well, your smile so loud it still rings in my ears.
I know a place we can go where you'll fall in love so hard that you'll wish you were dead
Imitation. Distant, tired of longing. Clean white teeth. Stay the course. Hold the wheel. Steer on to freedom. Open all the boxes.
Open all the boxes.
Open all the boxes.
Open all the boxes.
Times Square midday: newspaper buildings, news headlines going around, you watch as they go, and hope that some good comes. Those tree shadows in the park they're all whistling chasing leaves. Around six pm, shadows across cobblestones, girl in front of a bathroom mirror she slowly and carefully and paints her face green and mask like. A portrait. A green stripe. Long shot through apartment window, a monologue on top but no girl in shot. The light within you shines like a diamond mine, like an unarmed walrus, like a dead man face down on the highway. Like a snake eating its own tail steam turbine, frog farm, two full closets burst open in disarray, soap bubbles in the sun, hospital death bed, red convertible, shopping list, blowjob, deaths head, devils dancing, bleached white buildings, memories, movements. The movie unreeling, about to begin.
That was great
Yeah? Mine were alright. Wasn't my best one but who cares?
That's the spirit...
sábado, 18 de dezembro de 2010
Recorde quebrado!?
domingo, 5 de setembro de 2010
O catolicismo, a Igreja e Hitler.
Religião, como todos sabem, é um assunto extremamente delicado a se abordar em qualquer ocasião, desde uma simples conversa com um amigo com outras crenças à um post de um blog, provavelmente pelo fato de ser um tópico muito complexo e tão presente na vida da maioria das pessoas. Já deixo avisado que sou católico não praticante*¹, o que pode ser entendido (via Wikipédia) como um jovem que abandonou a religião para seguir valores morais próprios. Entretanto, muito desses valores morais próprios estão baseados nas Leis da Moral. Arriscaria em dizer que acredito em um catolicismo “melhorado para os dias atuais” (dentro do meu ponto de vista, claro, e sem arrogâncias quando me refiro a melhorado), apesar de mesmo assim não seguir muitas coisas que ele ensina (assim como grande parte dos católicos).
Claro que não passa de uma brincadeira esse "catolicismo melhorado para os dias atuais". O catolicismo em si está fundamentado pela Igreja Católica, e uma vez que se discorda da igreja, você acaba indo contra o catolicismo. Em breves (e bem breves) palavras, acredito que independente da religião de uma pessoa, no final das contas, acreditamos em uma mesma coisa, em uma mesma força superior a tudo e todos, responsável por, um exemplo, eu poder estar digitando este post. Afinal, todas as religiões tem em comum esta tal de Lei Moral (manda um google se não soube o que é), não explicitamente, mas observando mais afundo, perceberemos isso, e me recuso a acreditar que só a "minha religião" é a certa.
Confesso que o motivo por me distanciar da Igreja repousa quase que exclusivamente em todo o passado que ela possui, e infelizmente por não tentar “atualizar” muitos dos dogmas e crenças ultrapassadas que ela veemente detém (até dou um mérito por ela não querer mudar). Discordo de diversos pontos por ela defendidos, e que não entrarei no mérito da explicação por motivos óbvios de preguiça (um dos pecados capitais).
Ao meu ver, a Igreja já começou errando desde muito cedo e continua errando até hoje – vide casos de pedofilia, que muito provavelmente devem existir desde a época medieval. (Luxúria*² – um dos pecados capitais)
Primeiramente, vamos rever as igrejas em termos de construções. Na Europa, encontram-se as mais belas igrejas do mundo , a Itália é um bom exemplo, com o maior número de igrejas por metro quadrado (dado inventado por mim, óbvio)! Não serei muito específico com nomes, porém o interior de cada uma é ricamente decorado, desde colunas de mármore de Carrara, altares em ouro, órgãos monumentais, relíquias de santos importantes e de pedaços da cruz de Jesus Cristo, afrescos cobrindo todo o “teto”, ou até mesmo mosaicos em ouro cobrindo todo o interior da igreja (figura -Basilica di San Marco -Veneza). Realmente, é de se ficar maravilhado com toda a riqueza artística que cada uma possui, contudo, ao mesmo passo, fico impressionado e revoltado com a ostentação de tudo isso.

Antigamente a igreja construía tais “monumentos arquitetônicos” simplesmente para mostrar como o catolicismo era poderoso, ou seja, por pura vaidade (um dos pecados capitais). Não li a bíblia, mas não lembro de em algum momento ouvir dizer que um dos desejos de Jesus Cristo, seria de que a humanidade construísse templos colossais para adoração, e ainda por cima, com um dinheiro que poderia ser gasto ajudando a comunidade ao redor (amor ao próximo - um dos 10 mandamentos). O que acho mais engraçado é que, atualmente, grande parte dessas igrejas cobram as visitas para conseguirem manter tudo aquilo.
A Igreja não só queria mostrar que era a mais poderosa, mas também, queria forçar as pessoas a isso. Todos que não fossem católicos, estavam errados e mereciam morrer . A Inquisição foi a forma da Igreja mostrar sua ira (um dos pecados capitais) contra os hereges. Foi fundada em 1184 para combater o movimento cátaro no sul da França e norte da Itália e foi extinta formalmente em 1821 (durante esse tempo aconteceram 7 Cruzadas, que dispensam explicações). Façamos a conta agora, 1821 – 1184 = 637 anos. Exatamente. Foram seiscentos e trinta e sete anos de perseguição, torturas e mortes. Muito tempo para perceber que aquilo não estava dentro dos princípios cristãos, não é?
Agora que entra Hitler (e talvez essa parte que muita gente queira me matar). Qual foi um dos princípios de Hitler? Todos que não eram da raça superior, a raça ariana, deveriam ser extintos (principalmente os judeus). Alguma leve semelhança entre as duas teorias?
Quero deixar claro que não estou propondo que a Igreja é tão horrível quanto Hitler, porém ambos praticaram os mesmos atos de forma igualmente cruel. Fico feliz que a Igreja tenha mudado e reconhecido os erros (porque senão, estaria sendo perseguido a uma hora dessas), e admito que existem muitas qualidades boas nela. Porém a consequência foi a mesma em durações diferentes (quantos devem ter morrido em 637 anos?).
Afinal, aonde quero chegar com tudo isso? Destruir a Igreja? Queimar todo mundo que esta lá? Mas é claro que não. Quero chegar em nenhum lugar. A igreja foi construída por homens, e por homens é controlada. Todo homem é imperfeito, logo a igreja também, por mais que tentem esconder isso. Mas não é esse o grande motivo do meu adendo de “não praticante” ao católico, mas sim pois não me vejo seguindo algo com um passado tão sombrio, assim como não me vejo falando bem de Hitler e vestindo uma camiseta com uma suástica.
*¹ Católico não praticante não é a mesma coisa que ateu. Enquanto o primeiro ainda possui crenças espirituais, o segundo desacredita de tudo.
*²A luxúria é o desejo passional e egoísta por todo o prazer sensual e material(...)/ No caso da luxúria há diversas ramificações, como, por exemplo, (...) pornografia, pedofilia, masturbação(...) -

