sábado, 18 de dezembro de 2010
Recorde quebrado!?
domingo, 5 de setembro de 2010
O catolicismo, a Igreja e Hitler.
Religião, como todos sabem, é um assunto extremamente delicado a se abordar em qualquer ocasião, desde uma simples conversa com um amigo com outras crenças à um post de um blog, provavelmente pelo fato de ser um tópico muito complexo e tão presente na vida da maioria das pessoas. Já deixo avisado que sou católico não praticante*¹, o que pode ser entendido (via Wikipédia) como um jovem que abandonou a religião para seguir valores morais próprios. Entretanto, muito desses valores morais próprios estão baseados nas Leis da Moral. Arriscaria em dizer que acredito em um catolicismo “melhorado para os dias atuais” (dentro do meu ponto de vista, claro, e sem arrogâncias quando me refiro a melhorado), apesar de mesmo assim não seguir muitas coisas que ele ensina (assim como grande parte dos católicos).
Claro que não passa de uma brincadeira esse "catolicismo melhorado para os dias atuais". O catolicismo em si está fundamentado pela Igreja Católica, e uma vez que se discorda da igreja, você acaba indo contra o catolicismo. Em breves (e bem breves) palavras, acredito que independente da religião de uma pessoa, no final das contas, acreditamos em uma mesma coisa, em uma mesma força superior a tudo e todos, responsável por, um exemplo, eu poder estar digitando este post. Afinal, todas as religiões tem em comum esta tal de Lei Moral (manda um google se não soube o que é), não explicitamente, mas observando mais afundo, perceberemos isso, e me recuso a acreditar que só a "minha religião" é a certa.
Confesso que o motivo por me distanciar da Igreja repousa quase que exclusivamente em todo o passado que ela possui, e infelizmente por não tentar “atualizar” muitos dos dogmas e crenças ultrapassadas que ela veemente detém (até dou um mérito por ela não querer mudar). Discordo de diversos pontos por ela defendidos, e que não entrarei no mérito da explicação por motivos óbvios de preguiça (um dos pecados capitais).
Ao meu ver, a Igreja já começou errando desde muito cedo e continua errando até hoje – vide casos de pedofilia, que muito provavelmente devem existir desde a época medieval. (Luxúria*² – um dos pecados capitais)
Primeiramente, vamos rever as igrejas em termos de construções. Na Europa, encontram-se as mais belas igrejas do mundo , a Itália é um bom exemplo, com o maior número de igrejas por metro quadrado (dado inventado por mim, óbvio)! Não serei muito específico com nomes, porém o interior de cada uma é ricamente decorado, desde colunas de mármore de Carrara, altares em ouro, órgãos monumentais, relíquias de santos importantes e de pedaços da cruz de Jesus Cristo, afrescos cobrindo todo o “teto”, ou até mesmo mosaicos em ouro cobrindo todo o interior da igreja (figura -Basilica di San Marco -Veneza). Realmente, é de se ficar maravilhado com toda a riqueza artística que cada uma possui, contudo, ao mesmo passo, fico impressionado e revoltado com a ostentação de tudo isso.

Antigamente a igreja construía tais “monumentos arquitetônicos” simplesmente para mostrar como o catolicismo era poderoso, ou seja, por pura vaidade (um dos pecados capitais). Não li a bíblia, mas não lembro de em algum momento ouvir dizer que um dos desejos de Jesus Cristo, seria de que a humanidade construísse templos colossais para adoração, e ainda por cima, com um dinheiro que poderia ser gasto ajudando a comunidade ao redor (amor ao próximo - um dos 10 mandamentos). O que acho mais engraçado é que, atualmente, grande parte dessas igrejas cobram as visitas para conseguirem manter tudo aquilo.
A Igreja não só queria mostrar que era a mais poderosa, mas também, queria forçar as pessoas a isso. Todos que não fossem católicos, estavam errados e mereciam morrer . A Inquisição foi a forma da Igreja mostrar sua ira (um dos pecados capitais) contra os hereges. Foi fundada em 1184 para combater o movimento cátaro no sul da França e norte da Itália e foi extinta formalmente em 1821 (durante esse tempo aconteceram 7 Cruzadas, que dispensam explicações). Façamos a conta agora, 1821 – 1184 = 637 anos. Exatamente. Foram seiscentos e trinta e sete anos de perseguição, torturas e mortes. Muito tempo para perceber que aquilo não estava dentro dos princípios cristãos, não é?
Agora que entra Hitler (e talvez essa parte que muita gente queira me matar). Qual foi um dos princípios de Hitler? Todos que não eram da raça superior, a raça ariana, deveriam ser extintos (principalmente os judeus). Alguma leve semelhança entre as duas teorias?
Quero deixar claro que não estou propondo que a Igreja é tão horrível quanto Hitler, porém ambos praticaram os mesmos atos de forma igualmente cruel. Fico feliz que a Igreja tenha mudado e reconhecido os erros (porque senão, estaria sendo perseguido a uma hora dessas), e admito que existem muitas qualidades boas nela. Porém a consequência foi a mesma em durações diferentes (quantos devem ter morrido em 637 anos?).
Afinal, aonde quero chegar com tudo isso? Destruir a Igreja? Queimar todo mundo que esta lá? Mas é claro que não. Quero chegar em nenhum lugar. A igreja foi construída por homens, e por homens é controlada. Todo homem é imperfeito, logo a igreja também, por mais que tentem esconder isso. Mas não é esse o grande motivo do meu adendo de “não praticante” ao católico, mas sim pois não me vejo seguindo algo com um passado tão sombrio, assim como não me vejo falando bem de Hitler e vestindo uma camiseta com uma suástica.
*¹ Católico não praticante não é a mesma coisa que ateu. Enquanto o primeiro ainda possui crenças espirituais, o segundo desacredita de tudo.
*²A luxúria é o desejo passional e egoísta por todo o prazer sensual e material(...)/ No caso da luxúria há diversas ramificações, como, por exemplo, (...) pornografia, pedofilia, masturbação(...) -
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Conto...
No céu pincelado com espaças nuvens, o sol avermelhado nascia, inundando as árvores do parque não muito distante, onde os pássaros em seus ninhos já cantavam uma linda harmonia, indicando que um novo dia estava começando. Poderia ser apenas mais um dia em sua vida, porém não o era. Todos os outros, por anos, acordava indisposto em enfrentar mais um dia de falsas esperanças. Falsos sorrisos. Falsa felicidade. Matheus já estava de certa forma, acostumado com tudo aquilo. “Amanhã melhora...” - falava em vão para si mesmo. A idéia de que o próximo dia seria melhor do que o presente sempre o agradou, mesmo que no fundo sabia que, no máximo, seria igual ao anterior.
Mas aquele era diferente, estava em seu último dia naquele lugar. Passara o outro ano inteiro planejando por ele. As malas já estavam prontas, tudo conferido - passagens e passaporte. Seria na manhã seguinte que ele partiria para o desconhecido das terras Suíças. Passaria, ao menos, dois anos longe de tudo, por um motivo maior que sua família poderia entender - apesar de fazê-lo inconscientemente. Entretanto, não era isso que o preocupava. Antes de ir, ele precisava fazer algo. Algo muito difícil que se recusou em fazer por mais anos que gostava de pensar. Pegou seu casaco – era um daqueles dias que apesar do sol, fazia frio – e saiu de casa. O lugar não era longe, então decidiu ir a pé, pois precisava pensar sobre o que estava prestes a ocorrer.
Matheus sempre deixou transparecer um caráter taciturno, o que em parte não era verdade. O silêncio fazia parte de sua personalidade, porém com aqueles que lhe interessavam sempre foi o contrário do que imaginavam. Contudo, achava que essa parte de sua personalidade sempre deixara os outros com receio, principalmente as mulheres. Mas não vinha ao caso, pensou ele. Aquilo era algo intrínseco a ele, logo não o conseguiria mudar, então não havia motivo para perder aquele tempo pensando.
As ruas estavam estranhamente calmas. O dia estava perfeito demais. Talvez, divagou ele, que pela primeira vez as coisas poderiam seguir as falsas esperanças que ele sempre deteve. Depois de tantos anos, tornara-se uma pessoa mais pessimista e cética do que já era, mas afinal, nunca tivera sorte nesses aspectos... ”Ou talvez, eu nunca fui homem o suficiente para tentar” – sempre pensava. Riu. Ele já sabia o que ia acontecer.
Já estava a uma quadra do bar quando seu celular tocou. Era ela. “Vou me atrasar alguns minutinhos!” – disse. Ele riu. Já saiba o que ia acontecer. Decidiu fumar um cigarro antes de entrar no bar. Um costume que adquirira não há muito tempo, e que sempre foi contra. Mas não vinha ao caso, aquilo era totalmente reversível, então não havia motivo para perder aquele tempo pensando. Contudo, ele estava vazio. Não haviam pensamentos a serem pensados, faltavam poucos minutos para alguns momentos de felicidade e depois, solidão. Riu novamente, ele já estava acostumado.
O bar era um de seus preferidos. Daqueles com pé direito bem baixo, com cadeiras e mesas de madeira escura – cuja nunca conseguia lembrar o nome. As paredes, devido ao teto baixo, pareciam ser mais decoradas do que realmente eram, e refletiam de maneira inexplicavelmente agradável a luz baixa do lugar. Um ambiente que o fazia feliz. E a música também.
Pediu uma cerveja enquanto aguardava a chegada dela.
Dez minutos se passaram quando ouviu aquela voz suave e conhecida. “Oi!” - disse ela em um tom exageradamente feliz. Como sempre, parecia que alguém tinha apertado o botão Stop da sua vida, e ele pôde observar cada detalhe dela. Os cabelos longos, pretos e lisos, perfeitamente cortados. Os olhos que hipnotizavam qualquer ser vivo pensante daquele mundo. O sorriso que fazia qualquer um sorrir também. Enfim, cada minúcia que ele não cansava de olhar e pensar. Ao mesmo tempo, aquele sentimento de angustia também o tomava conta.
A conversa estava ótima. Já estavam ali a mais de 1 hora, e haviam conversado de tudo desde Pokémon até Schopenhauer. Entretanto, apesar da felicidade que ele estava sentindo, pensou que já era hora de contar de uma vez. Riu. E o fizera, ironicamente, ao som de sua música predileta.
Era engraçado, pensou ele. Como as coisas podem mudar simplesmente depois de algumas palavras. Após alguns minutos de silêncio, que fizeram aquela esperança já enterrada querer voltar do buraco que estava, os lábios dela começaram a se movimentar:
-Eu não sei o que dizer... Você sabe que eu gosto de você, mas eu amo o Leonardo – disse ela com um tom de quem acabara de tomar um soco. “You could love me or not...”
- Sim, eu sei. E é por isso que nunca mais irei falar com você – ele respirou profundamente, tentando mostrar confiança em suas palavras - Minha vida tem sido miserável. “… But either way I've got to wake up to face another day tomorrow morning...”
- Eu... Eu não sabia... – mais uma vez com um ar meio desnorteado, e agora com ralas lágrimas aparentes, ela respondeu.
- Unicamente porque minha intenção nunca foi de deixar você saber – respondeu com aquele ar frio e calculista que sempre o tomava em situações que qualquer um já teria perdido o controle – Ficarei 2 anos fora e não irei fazer mais contato, nunca mais. Só assim conseguirei esquecer você e seguir em frente com minha vida.
Não. Por mais que ele tenha imaginado isso enquanto fumava, nunca teria conseguido o fazer, pensou ele. Riu. Apagou o cigarro e entrou no bar.
A conversa estava ótima. Já estavam ali a mais de 1 hora, e haviam conversado de tudo desde Pokémon até Camus. Entretanto, já estava tarde, ele ainda tinha que jantar com a família. Despediram-se então, com um longo e forte abraço. “Eu te aviso quando chegar lá!” – disse ele antes de ela entrar no carro.
Voltou para casa rindo. Não risos falsos, como os outros, esse eram reais. “Afinal, quem não gosta de sofrer um pouco” – pensou ele, em voz alta. Amanhã uma nova vida o aguardava, tais pensamentos seriam menos freqüentes, concluiu ele. “Ou ao menos eu espero...”
“I've still got a photo in my wallet of you
I've got to stop my self
From picking up the phone and just calling you
I've got to keep my emotions together and forever
So don't be afraid
I can't erase memories with the actions I seize
And I cannot erase your smiles and your eyes
With your hair in the breeze
And the only way for me to move on
Is to write it in a song that life goes on”
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segunda-feira, 26 de abril de 2010
Posts antigos?
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Montanha russa
Cansei de "googlar" algum conto, poesia, e derivados para descrever o que se passa, pois sei exatamente o que acontece, porém não posso escrever e nem dizer (apesar de ja ter o feito uma vez), pois só iria piorar! O fardo é grande demais para ser compartilhado. Um bom jeito que descobri para esquecer disso (ou tentar) é ocupar a cabeça com qualquer coisa, seja útil ou inútil.
O importante é não pensar - e o melhor jeito de se fazer isso é durmir, passar o tempo estudando ou nerdeando com jogos de PC, ou para os mais moderninhos e sociáveis, sair com os amigos, beber e tentar pegar uma ou outra menina (apesar que fazendo isso, de certa forma, pode piorar) - pois se o pensamento vier, resulta nisso: uma música depre e um texto sem sentido. Mas no meio dos pensamentos, fico imaginando se estou fazendo o certo. Será que é assim que se leva a vida? Tentando fingir que nada se passa com você? Fingir em ser feliz não resultará em felicidade.
Talvez eu até ficaria feliz se eu realmente tivesse um motivo sério. De maneira global, meus problemas são ínfimos se comparados ao de muita gente (porra, e é isso que só piora as coisas!), porém de uma forma pessoal, esses problemas atrapalham, e muito. Cansaço sem motivos, procrastinação excessiva, falta de concentração, são alguns exemplos de como atrapalham.
Minha fúria vem de certas situações constantes no meu dia-a-dia, e principalmente, de mim mesmo. Da minha incapacidade de supera-las, e todos os dias, há meses (talvez anos) viver com as mesmas culpas, remorsos e vontades de mudar que ficam apenas na teoria. O que me deixa mais puto é que tudo isso é melodrámatico demais para mim...
"A minha vontade é forte, mas a minha disposição de obedecer-lhe é fraca."
Quem sabe está na hora de procurar ela...
(ou talvez seja tudo mentira, apenas algo para se apoiar e acreditar que aí sim, as coisas irão melhorar)
Falto coisa hein, mas fuck this! Já sinto-me melhor depois de algumas linhas! Até uma incerta próxima (ou até eu adicionar algo a esse texto)
ACORDA! (só eu vou entender isso, quando for ler novamente algum dia esse texto)
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Carnaval...
Já deixo claro que também não gosto da festa em si. Sair atrás de trio elétrico, ou ir ao sambodrómo realmente não fazem meu estilo, porém respeito e principalmente AGRADEÇO por "esta bosta de festa idiota" existir, e acredito que muita gente que se benefícia do carnaval também deveria.
Como já é sabido, carnaval não é feriado, ou seja, ninguém pode reclamar se tiver que trabalhar na segunda ou terça sem ganhar hora extra (como acontece com o pessoal do shopping, entre outros). Para os que trabalham, entendo a frustração que deve ser trabalhar enquanto metade (exagero, claro) do Brasil esta se divertindo. Mas para aqueles que não precisam trabalhar, ou ir para faculdade, ou nenhum dos dois, o carnaval é uma ótima oportunidade de descansar!
Não sei porque reclamam tanto! Em quais aspectos essa festa atinge as pessoas, além de congestionamento para ir à praia (que convenhamos, não precisa ser carnaval pra isso acontecer), ou desfile das escolas de samba na Globo - rede favorita de todo mundo que tem TV à cabo. Porque, sério, não consigo lembrar de nenhum outro aspecto. Esses dias eu saí, levei uma vida normal de quem está em feriado, e nem lembrei que tinha carnaval, aliás, lembrei ao ver as ruas de São Paulo MUITO mais livres! Hahahaha.
Se não quer saber sobre o Carnaval, não liga na Globo ou na Band e pronto! "Ah mas só pega isso em casa!", então desliga essa porra e vai ler um livro, ou jogar sinuca e tomar cerveja com os amigos (se você tiver, obviamente). É tão clichê reclamar do Carnaval que pelo jeito todo mundo reclama só pra fazer parte da turminha "sou bom demais para isso" ou da "todo mundo pensa que Brasil é só isso"...
Carnaval é conhecido no mundo inteiro ( ou pelo menos quase) , e sim, de certa forma os estados unidenses tapados acham que só tem mulher pelada e festa aqui - mas isso não vem ao caso exatamente porque eles são dos USA. O turismo funciona assim mesmo, mostra o que mais vende e pronto! Será que a Holanda é só Amsterdã e sua fama de maconha em todo lugar? Será a França só a Torre Eiffel e o Louvre? Não, de longe que não, porém é o que mais vende. Brasileiro é cheio de querer que todo mundo conheça as "belezas escondidas", mas nem conhece as belezas escondidas dos outros países, só os pontos turísticos, assim como eles.
(sim sim, tem muita coisa a ser discutida nesse assunto, cujas não abordei pra não me extender demais)
Enfim, terminar por aqui se não irei fugir do assunto inicial.
À aqueles que odeiam Carnaval, fiquem felizes! Hoje acabou e vocês podem voltar a trabalhar! Parabéns!
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Calor me irrita!
Eu não funciono direito no calor. Não consigo pensar e me concentrar direito, não consigo durmir direito, logo fico muito irritado, enfim, não consigo fazer nada direito no calor! (ah sim, nem escrever um post direito.)
Calor é uma beleza quando você está em um hotel em alguma praia, onde o percurso é ar-condicionado -> praia - > mar -> praia -> ar condicionado. Ou quando existe o mínimo de vento pra refrescar as coisas! (o que nessa maldita cidade está em falta). Agora quando não existe nada disso, não é nada divertido. Acordar com o travesseiro molhado de suor não é nada divertido. Almoçar ao mesmo tempo que você ta queimando tudo o que está ingerindo não é nada divertido. Ir até a padaria e voltar parecendo que você correu a São Silvestre não é nada divertido! Assistir aquela agradável aula de Controle e Servomecanismo ou Eletrônica III pensando se você não estaria em uma sauna, não é nada divertido! Ventilador ventilando(pleonasmo?) ar quente não é nada divertido!
Sabe o que me irrita demais? Ir ao cinema e aqueles putos desligarem o ar-condicionado pra economizar! Outra coisa é quando um ser vem e fala "Para de frescura cara, nem está tão calor!". Sério mesmo que não está tão calor? Então porque eu estou suando que nem um bóia-fria cortando cana? Porra! Se eu to suando é porque to com calor e não por frescura!
Caralho, seria legal eu chegar e falar pro cara que ta morrendo de frio "Para de frescura cara, nem está tão frio assim" ? Então pronto.
Ah chega, ficar pensando me da calor! Amanhã escrevo mais sobre algo diferente! Talvez às 10 coisas que mais me irritam! Hahahahah! Cheio de palavrão mesmo, dou-me o direito de vez em quando!
Não era bem esse...
Este post nem era pra ser este, era pra ser outro (confuso, né?), mas minha transe de engenheiro pseudo-escritor nas horas bem vagas acabou e não conclui o outro. Para não perder a viagem, comecei esse, que provavelmente terá um fim daqui algumas linhas.
2010 começou bem, bem melhor do que eu esperava. Quem sabe é esse o ano que, bem... quem sabe...
Já mudei algumas coisas que precisava mudar, só espero conseguir as manter. (tenho outras mil para mudar ainda).
Próximo post, prometo a mim mesmo (pra quem mais precisaria prometer, oras?) que será algo útil!
(consertei o player de musica do blog!!)

