segunda-feira, 26 de abril de 2010

Posts antigos?

Ora ora, às vezes é difícil transcrever sentimentos ou idéias em palavras. Meus brainstorms geralmente são ricos e demorados, entretanto chega a ser frustrante a dificuldade que sinto para conseguir expressar tudo.

Revisei meus antigos, e poucos, posts e percebi que 90% deles são de um teor um tanto "pesado" e que ao ler revivi as épocas que estava. Fiquei pensando, por que só escrevo sobre coisas do gênero? Será que apenas elas me inspiram? As boas acontecem, mas nunca senti vontade de escrever sobre elas. Dei-me conta que isto aqui está mais para um depósitos de divagações que de certa forma me incomodaram, em contrapartida com coisas boas, que por sua vez não me incomodam então posso guardá-las sem problemas.

Saber lidar com o sofrimento é uma ferramenta útil. O bom manuseio dele te fortalece, e de certa forma, completa a vida. Momentos felizes sempre serão momentos felizes, porém se todos vivêssemos felizes 100% do tempo, logo não existiriam os próprios, uma vez que não conheceríamos sentimento contrário à aquele de todos os dias. Creio na idéia que a dor e sofrimento existem para que possamos enfrentar futuras situações desagradáveis de uma forma melhor e para quando a paz e felicidade chegarem podermos aproveita-las e valoriza-las mais ainda.

O intrigante é como em algumas situações gostamos de sofrer, mesmo que inconscientemente. Diria que nosso cérebro, às vezes, nos controla e não o contrário. Um ótimo exemplo disso é quando você toma no seu orifício de dejeto na vida amorosa.

Serelepe e contente, dias perfeitos porque no final você falou com ela(e), céu estrelado todos os dias, até que as estrelas começam a desaparecer, os dias nem estão mais perfeitos assim porque no final você brigou com ela(e), e de repente o chão abre e você começa a cair, bate no fundo e logo após se levantar você percebe que está em um labirinto. Labirinto das Recordações. Semanas se passam e você sente que está prestes a sair daquele inferno, mas estranhamente você não quer deixar aquele lugar. Ao mesmo tempo que ruim, é bom...Só mais um pouquinho...

Por mais figurativo que tenha ficado, a ligação está feita. Dúvido que alguém já não tenha passado por isso, e dúvido muito mais que tenha sido a última. No filme 500 Days of Summer (500 Dias com Ela) isso é retratado de uma forma muito legal e realista, e que muito provavelmente fará você pensar no assunto.

Mas por que será que isso acontece?Pois bem, também queria saber...

Enfim, esqueci o que eu ia continuar escrevendo então acabo por aqui! #fail




Nenhum comentário: